Meu Universo Mental
 
sábado, 30 de agosto de 2008
Não me Irrite, Rinite!

Se tem uma coisa capaz de acabar com o meu humor, essa coisa se chama rinite. Explicação simples: ninguém consegue ser feliz sem respirar... Não importa se o meu time ganhou de 4 a zero, se o dia está ensolarado, se a mocinha e o mocinho da novela finalmente se acertaram: quando a minha rinite ataca, o meu humor fica deplorável... Agora mesmo: fui abrir o Word pra redigir esse texto e o “clipe do Word”, aquela ferramenta de assistência ao usuário, pulou aqui na tela do nada: é óbvio que isso já bastou pra eu dar duas fungadas bem fortes e exterminar o infeliz. Aquilo já não tem graça em dias normais, em dias de rinite, então, nem se fala...

Pior ainda quando a rinite me ataca num dia como hoje: dia de sol. Aliás, SÁBADO de sol: um dia perfeito pra caminhar e curtir a vegetação dos parques. O problema é que, com um nariz que coça mais que picada de mosquito na sola do pé, é praticamente impossível fazer uma fotossíntese decente. Resultado: eu era uma máquina de espirro ambulante em pleno parque Moinhos de Vento. A cada dois passos, um “atchim”. De vez em quando parava, mas a vermelhidão do nariz não me deixava esconder o mal que me atormentava: rinite alérgica do tipo oportunista; aquela que aparece em dias de sol e em noites de festa, pronta pra estragar até a mais perfeita das maquiagens. Ó céus...

Quem convive comigo, sabe que o meu maior vício se chama Sorine. Ele é o meu companheiro de aventuras, pois sempre está onde eu estou. Nem me lembro ao certo quando e onde fomos apresentados, só sei que, sem meu sorine, não sou uma pessoa completa... Eu sei que o ataque de rinite está permeando o caos quando nem mais o sorine consegue dar conta da desobstrução das minhas vias aéreas. Quando chega a esse ponto, o caso é grave mesmo... Hoje de tarde a coisa já estava ficando lastimável, pois foi preciso mais que uma gota de sorine em cada narina para a sensação de afogamento passar. Agora mesmo: tenho a impressão que a quantidade de sorine no meu corpo é tanta, que eu não passaria em um teste antidope para os jogos olímpicos, por exemplo.

Moral da história: eu não temo ataques terroristas, não temo o aquecimento global, nem temo o apocalipse. O meu maior temor está dentro de mim e se manifesta em situações mais improváveis. Pelo menos me resta o consolo de que enquanto os laboratórios Aché continuarem produzindo o liquido sagrado capaz de me manter firme na batalha e não me render diante do inimigo, pelo menos eu vou ter forças para enfrentar praga chamada rinite e sonhar com o dia da minha libertação nasal.

Um “atchim” bem grande pra todos vocês.

posted by Lara @ 20:12   1 Palpites
quarta-feira, 27 de agosto de 2008
Meu Tema de Casa
A Elissa me passou esse teminha de casa:
Escolha uma banda e responda as perguntas com o título de músicas dessa banda!
A minha banda escolhida foi LEGIÃO URBANA.



1)Você é homem ou mulher?
Perfeição


2) Descreva-se :
Geração coca-cola


3) O que as pessoas acham de você?
Sereníssima


4) Como descreveria seu último relacionamento amoroso?
Comédia romântica

5) Descreva sua atual relação com o namorado :
Um dia perfeito


6) Onde gostaria de estar agora?
Vento no litoral


7) O que pensa sobre o amor?
Quase sem querer


8 ) Como é sua vida?
O descobrimento do Brasil


9) O que pediria se tivesse apenas um desejo?
Pais e filhos


10) Escreva uma frase sábia:
Que país é esse?


Para quem eu gostaria de passar a liçãozinha?
Pra todos os blogueiros que passarem por aqui!
posted by Lara @ 13:14   2 Palpites
quinta-feira, 21 de agosto de 2008
Foi Cruel...

Enfrentar os Estados unidos,seja qual for a modalidade esportiva, é sempre um desafio. Não importa se a seleção do seu país teve a melhor campanha, não importa se os seus atletas são os mais bem preparados, não importa se o esporte em questão é uma tradição na sua e terra e se vocês possuem uma qualidade técnica ímpar neste esporte: enfrentar “os caras” é SEMPRE um desafio. E hoje não foi diferente.

Todo o mundo diz que o Brasil é o país do futebol. Concordo em parte: o Brasil é, sim, o país do futebol, mas de apenas uma ramificação desse esporte: o Brasil é o país do futebol masculino. Existe uma seleção feminina de futebol, que não recebe os mesmos holofotes da mídia que a outra seleção recebe. Existe uma seleção feminina de futebol que não tem o mesmo apoio de clubes e patrocinadores que a outra seleção tem. Essa seleção feminina só consegue o mínimo de reconhecimento quando consegue um grande feito. E, convenhamos, chegar a uma final olímpica é muito mais que um grande feito: é o sonho de todo e qualquer atleta, seja ele homem ou mulher, pobre ou rico, amador ou profissional. Hoje foi, talvez, a grande chance da nossa seleção feminina conseguir trazer para si o que sobra no futebol masculino: reconhecimento, fama e, obviamente, dinheiro (porque ninguém vive só amor). Com este comentário, não pretendo levantar a bandeira de feminista utópica nem nada parecido: eu apenas acredito numa possível igualdade de direitos e acho que já está mais do que na hora da sociedade (a mídia, em especial) enxergar que existe muito talento além do futebol masculino e que, sem investimento, dificilmente estes talentos aparecerão. Além disso, colocar nas costas de um atleta, nas vésperas da final, a responsabilidade de trazer para o país uma medalha de ouro não é maneira correta de obter os melhores resultados. Digo isso porque, depois dos 3X0 que a –milionária - seleção masculina tomou da Argentina, parece que virou uma obrigação para a seleção feminina de futebol trazer a tal da medalha amarela...

Apesar da cobrança, essa seleção mostrou que tinha garra e vontade de sobra para ser a número um, porém o azar das nossas meninas foi ter enfrentado (de novo) um time com pouco talento, mas com uma técnica invejável: as temíveis americanas. Eu deixei de lado os meus compromissos para ver este jogo, que até agora não me desceu na garganta. O pior de tudo é que eu me vejo obrigada a concordar com o Galvão-mala-Bueno: tem coisas que só acontecem no futebol. Dificilmente uma seleção de vôlei perderia para uma seleção de qualidade inferior, dificilmente uma seleção de basquete perderia para uma seleção inferior, no atletismo, na ginástica, na natação, muito dificilmente um atleta inferior venceria se competisse com um atleta muito superior. Mas essa regra – infelizmente - não se aplica ao futebol. As nossas meninas jogaram um bolão, atacaram quase que exclusivamente, criaram lindos lances e ótimas situações de gol... Mas a maldita bola não entrou. E, numa das pouquíssimas grandes jogadas das americanas, foi-se mais uma vez o sonho do ouro olímpico no futebol brasileiro. Passada a decepção, fica a interrogação: foi azar? Foi roubo da juíza? Pior é que não... Foi inteligência pura da treinadora do time americano.

Diante de uma seleção com um futebol muito mais elaborado e muito mais qualificado, a estratégia de jogo das americanas foi simples: não deixar que as brasileiras fizessem gol. Elas não atacaram quase nada, mal corriam atrás da bola, mas, por outro lado pouparam seus esforços enquanto as brasileiras gastavam toda a sua energia em busca de um golzinho que fosse. É uma estratégia medíocre e, pode-se dizer, até meio antiesportiva, mas, se tratando dos EUA, não podemos esperar ética e, muito menos, espírito esportivo. Não importa se jogaram mal, eles queriam a medalha. E conseguiram. Assim, no final do segundo tempo o quadro era dramático: nossas brasileiras praticamente se arrastavam pelo gramado, enquanto as americanas – lindas e loiras – tinham fôlego de sobra para enfrentar a prorrogação. Não foi justo. Até agora eu acho que aquele ouro deveria ir para o Brasil. Porém, não tenho como não dar a mão à palmatória e reconhecer que o time vencedor (talvez um dos mais fracos das olimpíadas) ganhou a partida – e o ouro – sem usar chuteira: usaram a cabeça.

posted by Lara @ 18:50   4 Palpites
quarta-feira, 13 de agosto de 2008
Enfim, Formada!
Tá, já faz mais de uma semana que eu obtive o meu grau de Bacharel em Letras, mas estou postando isso com todo esse atraso porque:
1- O status de formada subiu à minha cabeça e eu simplesmente não consegui escrever nada que preste nos últimos onze dias;
2 - Diferentemente do que eu pensava, existe vida depois da formatura e, por incrível que pareça, estou com várias coisas pra fazer (lê-se: estou ganhando dinheiro!).

Mas, falando sobre a cerimônia: foi bonita, foi cansativa e, principalmente, foi inesquecível. Duas coisas me surpreenderam bastante: a capacidade da toga no que diz respeito ao isolamento térmico (suei muito dentro daquela roupa de Batman) e o discurso dos nossos oradores (sempre me disseram que o discurso da formatura de Letras tem obrigação de ser o melhor de todos os cursos, mas, dessa vez, eles mataram a pau). Ah, outra coisa que me deixou muito feliz foi o fato de eu não ter me desabado em lágrimas na hora de receber o diploma e fazer os agradecimentos (acho que, nesse caso, a música contagiante do Jackson 5 ajudou bastante). O resto foi bem como manda o protocolo: cantamos o hino do Brasil e do RS, as "poucas palavras" do diretor do IL duraram um eternidade, a paraninfa salientou a importância do profissional de Letras dentro de qualquer sociedade e, por fim, todos jogaram seus respectivos barretes para o alto. Depois disso, foi só festa... Festa, aliás, que acabou às 5 da manhã só porque o contrato do aluguel do salão não ia até mais tarde.
Espero que agora sejamos todos felizes para sempre!





posted by Lara @ 12:56   0 Palpites
Dados Gerais

Meu Nome:
Larissa M. Brangel

Data de Nascimento:
28/04/1984

De Onde Escrevo:
Porto Alegre/ RS - Brasil
 | 


Ver Meu Perfil Completo
Mural de Recados


Postagens Recentes
Meu Pretérito Perfeito
Sabedoria Popular

VERBA VOLANT, SCRIPTA MANENT (Provérbio romano)

*Em Latim, "as palavras voam, os escritos permanecem"

Recomendo
Hora Certa

Campanhas